Está lançada a polémica no futebol europeu e africano. Esta terça-feira, foram feitas duras críticas a Lamine Yamal por não ter optado representar a seleção de Marrocos, de onde tem ascendência pelo seu pai, sendo dado o exemplo da estrela da equipa Brahim Díaz, que fez essa.
“Obrigado, Brahim Díaz! A diáspora de Marrocos é formidável. O facto de a maioria dos jogadores de origem marroquina fazer parte dos leões é uma sorte. Embora tenham nascido em Espanha ou na Holanda, eles levam o país no coração e celebram isso com um jogo apaixonado. Esses filhos da emigração são uma bênção para o país”, escreveu Tahar Ben Jelloun na sua coluna Fervor para o portal Le360, de Marrocos, citado pelo Sport.
“Basta mencionar um caso infeliz, como o de Lamine Yamal, cujo pai marroquino emigrou clandestinamente para a Espanha e cuja mãe é originária da Guiné Equatorial. Ele cedeu às pressões da mãe para não se juntar à seleção marroquina, ao contrário da maioria dos jogadores de grandes clubes que decidiram assumir a identidade familiar para jogar com os leões”, completou.
Esta crítica acontece em plena altura em que a CAN2025 se realiza, precisamente… em Marrocos, com a seleção anfitriã a ser uma das favoritas a conquistar o troféu que já foge desde 1976, sendo que vários jogadores do plantel atual da seleção marroquina é composto por nomes que nasceram fora do país, mas que têm descendência local.
São os casos de estrelas da equipa como Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, que nasceu em Madrid, do guarda-redes Yassine Bounou, do Al Hilal, que nasceu em território canadiano e ainda de Noussair Mazraoui, do Manchester United, que tem como local de nascimento a França.




