Rodrigo Mora falou, esta quarta-feira, pela primeira vez sobre a sua situação no plantel do FC Porto, um ano volvido da sua ‘explosão’ na equipa principal.
“O FC Porto contratou muitos jogadores, acho que é melhor para o grupo. Tivemos um ano muito difícil, mas é passado, já passou e espero que não se volte a repetir. Este ano, acredito que vai ser bom”, começou por dizer o médio-ofensivo, em declarações ao Canal 11, antes de falar sobre a sua adaptação ao modelo do 4x3x3 implementado pelo técnico Francesco Farioli.
“[Médio interior] é uma posição nova, requer mais empenho defensivo, algo que estou a trabalhar. Para a equipa ser melhor, tenho de dar mais defensivamente de mim e vou dar sempre o meu máximo. Ofensivamente, vou continuar a ser o mesmo. Defensivamente, um pouco mais recuado.”
No atual plantel portista, o camisola 86 assume relação especial com um companheiro de equipa. “O Samu é nível mundial, é fácil servi-lo, marca golos de qualquer maneira. É um avançado muito forte fisicamente, na rutura e é fácil jogar ao seu lado”, salientou.
Proposta do Al Ittihad
No mercado de transferências, Rodrigo Mora foi um nome na porta de saída do FC Porto, tendo sido associado ao interesse dos sauditas do Al Ittihad, que chegou a oferecer 63 milhões de euros, proposta insuficiente para a SAD azul e branca, presidida por André Villas-Boas.
“Tento sempre abstrair-me de tudo, não ligar e o que tiver de acontecer, acontece. Sinceramente, isso já passou e estou muito feliz no FC Porto e vou continuar no meu clube. As notícias chegam-me, alguém acaba sempre por mandar-me, mas digo às pessoas para não mandar, porque não gosto de ver”, assegurou o internacional luso sub-21, recordando o jogo de Alvalade, em que foi abraçado por Lucho González, treinador-adjunto de Farioli:
“Vencemos o Clássico, estava muito feliz. Foi uma partida muito bem conseguida da nossa parte, pois era uma vitória muito importante para nós.





