Sporting de Braga teve muitas dificuldades no primeiro tempo: “Falámos muito sobre o facto de jogarmos contra uma grande equipa e que tínhamos que ser Braga, caso contrário teríamos dificuldades. Tínhamos pela frente uma equipa que faz as coisas muito bem. Tentei durante a semana transmitir confiança, querer mais a bola. Por vezes tínhamos que pressionar e não é fácil, mas tem que ser. Acabaram por receber a mensagem que deixei, de crer mais do que nunca, e conseguimos um ponto. Pode ser visto como um prémio. Falta muito… ainda faltam jogos importantes.”
Análise ao segundo golo do Sporting: “Não tinha a ver com a situação de sair com a bola controlada. Aconteceu no último minuto da primeira parte. São detalhes que têm que servir de lição para continuarmos a melhorar. Quando os resultados dependem de detalhes, eles têm que estar do teu lado e tem que se saber competir. E agora vamos ter Liga Europa, os detalhes vão ser importantes. Temos que aprender porque já são varias vezes esta temporada”
Alterações: “Sabíamos que tinham jogado um jogo de alta intensidade durante a semana e que tínhamos mais descanso. Tínhamos que ter esse extra de energia. Não gosto de perder o controlo dos jogos e só colocar o foco no último terço. Com as alterações, quisemos meter gente de ataque mas sem perder o controlo. Foi assim que conseguimos vencer na Madeira e que hoje tivemos a oportunidade no penálti.”
O Sporting de Braga é uma equipa que acredita sempre até ao final: “É verdade. Estes jogos têm que servir para percebermos que insistir dá créditos, mas que também há um processo durante o jogo e que não devemos depender de individualidades ou de um penálti. A equipa acreditou em procurar o golo até final através de ser Braga mais do que nunca.”





